O amor está presente em tudo, principalmente nas pequenas coisas!!!
quarta-feira, junho 22, 2011
O que é o amor?
O amor está presente em tudo, principalmente nas pequenas coisas!!!
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
Boas notícias...

sexta-feira, novembro 27, 2009
Fugas impossíveis...
Existem coisas impossíveis de fugir, mas na maior parte das vezes, é melhor que não se fuja delas. Aprenda a lidar com as surpresas, e veja sempre o lado bom das situações. Sua mente, corpo e coração agradecem.
sábado, março 14, 2009
24 anos de brega e chique...
São 24 anos de coisas, situações e momentos que para muitos podem se tratar de gostos no mínimo duvidosos. Pra mim, são só gostos. Músicas, textos, poemas, letras, dias, cores. Mudanças, retornos, incoerências, loucuras, amores.
Decidi então enumerar 25 músicas que me completaram e às vezes ainda completam, que dizem muito de mim e que gosto, mesmo que sem querer querendo. Tudo enumerado do 1 ao 25. Textos e trechos de algo que li tb estarão aqui, até o tal dia, em que estarei na metade dos meus tão esperados 20 e poucos (não tão poucos assim) anos.
terça-feira, março 18, 2008
Morrisey: Me Dá Um Abraço?
Considero um presente ter o Morrisey no meu último dia com 23 anos, e acredito que a evolução e as mudanças são inevitáveis; só depende da gente encontrar a melhor maneira para que isso aconteça.
O detalhe mais especial do clipe é que todos querem abraçar o Morrisey. Eu também quero abraçar o Morrisey. Senti-me abraçado por ele nas últimas horas com 2.3. É tanto glamour e carisma que as pessoas não se aguentam e agarram o Morrisey. Para não morrer de inveja, abracei o meu ursinho...
*** Lar é onde o meu coração está! ***
segunda-feira, setembro 24, 2007
Se Todos Fossem Como Você
E eis que ele faz anos, mais uma vez. Graças a Deus. Ao que parece, seu amadurecimento natural, com o passar do tempo, está fazendo com que ele regrida e torne-se criança novamente.
Às vezes rabugento, ás vezes um brincalhão. Mas o que ninguém pode tirar dele é a bondade de coração. Aposentou-se uma vez, mas voltou a trabalhar. Aposentaram com ele mais uma vez, e ai, ele teve que sossegar. Já era tempo. Sua família queria um pouco dele também.
Curte a boemia, mas ao contrário de muitos, gosta de apreciá-la durante o dia; acompanhado de uma cervejinha, claro. Tenta preservar um pouco de sua saúde fazendo caminhadas diárias.
Já foi boleiro nas antigas, porém hoje, prefere só assistir aos jogos televisionados; muitos deles, inclusive, são interrompidos por cochilos esporádicos.
Curte sua própria rotina, cultivada com muito esforço. É muito conhecido e usuário de ditados e gírias mais que características:
- "Só por Deus";
- "Eu sou eu e jacaré é um bicho";
- "Dinheiro tá igual perna de cobra: ninguém vê!"
- "Ow bundão!";
- "Ow bola murcha";
- "Muita hora nesta calma";
- "Bicho".
Parabéns, e felicidades sempre.
Filhinha do papai ouvindo: O Mundo É Bom Sebastião - Nando Reissábado, setembro 01, 2007
A Metade Emo Do Limão
É tentar não entender (...)" Nx Zero
É a metade do limão, porque já me remete à caipirosca. Se bem que já tomei caipirinha até de mixirica, mas isso não vem ao caso. Ando tão sensível quanto uma mosca após ser esmagada por uma palma (é, porque ninguém sabe ao certo se a mosca morre na hora né?). Ou então uma minhoca, quando perde a cabeça e ainda sim fica se mexendo. Estou sensível e fora de órbita. Há quem diga que estou "pior" do que de costume. Eu prefiro dizer que estou "melhor", oras.
Falando nisto...
Não sei se evoluí ou regredi de vez, mas descobri que tenho um lado Emo gigantesco. Tudo começou quando ao tomar banho, resolvi ouvir o disco Neon Ballroom, do Silverchair. Há tempos não ouvia esse disco - diga-se de passagem, o disco mais ouvido por mim quando tinha 16 anos - e resolvi ressuscitá-lo. Logo percebi o por que da desistência em ouvi-lo. Daniel Johns estava inspirado quando compôs esse disco. Inspirado em suicidar-se, e "instigar" o suicídio de todos os seus fãs e/ou fãs desse disco. A melodia das canções é perfeita, daquele tipo que gruda no seu ouvido e não sai. Mas as letras, não são para todos.
Tem a ver...
Nem todo disco é feito pra todo mundo. Um disco de música sertaneja (tá bom, pop-romântico) é de fácil compreensão; você pode estar em qualquer estado de espírito e mesmo assim compreender o que diz ali. Outros discos não. É preciso que você tenha vivenciado aquilo, ou pelo menos, tenha tido uma proximidade enorme com a situação (por exemplo, alguém próximo que tenha vivido aquilo). É o caso do disco Neon Ballroom, que retrata instabilidade emocional, doenças alimentares (anorexia), dúvidas sobre o futuro (estávamos entrando na década 00 - 2000), revolta contra os maus-tratos aos animais e claro, os sentimentos sempre interligados, amor e ódio.
Mas eu dizia...
Que resolvi ouvir o CD Neon Ballroom, e percebi que já fui Emo. Quer dizer, tenho um "quê" de Emo dentro de mim ( e fora também). Pra falar a verdade, acho que todo mundo tem. Mas isso não vem ao caso. Ouvindo o CD, me remeti ao passado, em que só usava roupa preta e tinha uma "cara de cu" terrível. Eu sei, alguém dirá: mas isso não é ser Emo. Mas e o fato de eu ficar trancada dentro do quarto, chorando o "leite derramado" (ou que nem foi fervido ainda), gostar de músicas com um conteúdo duvidável, porém, "emotivo"? Ao meu ver, isso tem algo de Emo. Tudo bem, não é tudo. O Emo cresceu. Bebeu da fonte de outros estilos (na verdade, é só isso que este estilo sabe fazer: copiar outros) como os clubers (andar de mãos dadas e blusas com desenhos estranhos), o glam (o cabelo liso sobre os olhos e a maquiagem) e também o gótico (a roupa e o lápis preto); entre outras coisas. Mas o conceito - a emoção - 'ah', isso eu tinha de sobra. Só sabia chorar e não conseguir desabafar. Tinha dó de mim mesma e o mundo pra mim era ingrato e com nuvens cinzas. Uma graça. O passado me condena. Ainda bem que melhorei. Eu acho. Mas não parei de chorar.
Um minuto de silêncio...
Pra quem chora sem motivo, ou por motivo algum, o tempo todo.
Mundo de Bob...
E meus sonhos ganham disparados daquele desenho maravilhoso, "O Fantástico Mundo de Bob". Na verdade, minha cabeça compete o dia inteiro com a "pequena" cabeça do garotinho Bob. 'Anyway'... há alguns dias tive um sonho estranho, bom e comprometedor. Lá estava eu, me vendo me ver dentro de meu próprio sonho. Entendeu? Não? Fazer o que, né? Eu namorava um garoto e me pegava com ele em qualquer lugar; um casal muito apaixonado. Várias pessos famosas eram amigos meus. Pra falar a verdade, amigos dele. E em meu sonho, eu mesma perguntava: mas quem é este garoto, eu o conheço de algum lugar. Acordei fazendo a mesma pergunta que eu mesma em meu sonho. Dias passaram, e qual não foi a minha surpresa quando, ao assistir a MTV, vi o suposto namorado cantando. O misterioso era o vocalista do Fresno. Ou seja, mais Emo, impossível.
É difícil...
Inspirada naquele movimento "Cansei", quero lançar um movimento chamado "Caguei". Desculpem-me o palavreado xulo e de baixo calão. Porém, um dos melhores ditados já inventados foi o "Estou cagando e andando", ditado este perfeitamente utilizável para todas as pessoas e situações que fazem média com algo ou alguém. Ou seja, eu estou cagando e andando para quem faz média na televisão, na faculdade, na rua, no supermercado e 'whatever'.
Movimento "Caguei"...
Pra começar esse movimento, quero lembrar de alguém muito especial, que não fazia média com ninguém e um dia, atuou de forma a incentiver muito que vieram depois. Meu querido Jim Morrison, vocalista da banda The Doors, em um um de seus fabulosos e loucos shows, resolveu mostrar o seu bilauzinho para quem quisesse ver. Ele encarnava o 'Xamã', e não tinha vergonha de mostrar seu 'corpitcho'. Depois disso, volta e meia os pessoas resolviam não só mostrar seu "amiguinho", como tirar a roupa por inteiro; apoiados também pelo movimento hippie. Jim era Classe A, não fazia média com ninguém, e cagava e andava para a sociedade conservadora. Apoiado.
Emo E Meio Ao Som De: Polo - Fresno"(...) Cantando, e mais do que isso gritando/ E às vezes até confessando que eu não sei amar;/ Sabendo, que eu não estaria sofrendo/ E ainda por cima escrevendo, ao invés de falar (...)"
sábado, julho 28, 2007
Dia do Amigo
Semana passada, dia 20, foi dia do amigo. Não querendo ser chata, todo mundo sabe que para amigos de verdade não há dia. Qualquer dia e qualquer hora (qualquer hora mesmo) é momento pra celebrar ter encontrado aquela família que podemos escolher; ou aquela pessoa que é você mesmo, só que no corpo de outra pessoa, ou aquele que é tão diferente de você e tanto irrita que se torna essencial.
Minha mãe me perguntou sobre o significado da amizade hoje. Eu tentei dizer a ela que nada mudou, amizade é a mesma em qualquer época. Mas não poderia ser hipócrita. Se o ser humano muda constantemente, a amizade também, e a maneira de vivê-la acompanha a mudança. Cada um leva o amigo do seu jeito, cada relacionamento é diferente, mas o que não dá pra excluir é que amigo de verdade está junto em todos os momentos, em corpo presente ou não; e mostra sua fidelidade e dedicação até mesmo quando você cai e ele ri.
Alma-gêmea, irmão camarada...
Uma das coisas que mais amo no ser passa-mal citado acima é a sua linguística e carinho ao se referir ou traçar um diálogo, pessoal ou verbalmente. Os scraps de orkut, conversas durante as aulas da academia, bate-papo na band ou históricos de msn podem e deveriam ser registrados, e abertos num futuro distante, para um estudo mais aprofundado. Breve, um diálogo exclusivo. Aguardem.
Matematicando ao som de: Aluba - Crustee CrewOlha o Máááááá!!!
domingo, junho 10, 2007
Devaneios Sobre Trabalho Estável
Alright, alright...Sabe aquela frase, que alguém mais velho que você já deve ter dito, ou pelo menos alguém mais experiente: "para tudo existe uma primeira vez"? Acabei de crer, ela faz sentido.
Lembro-me de que, quando mais nova, escrevi um texto me referindo a trabalhos que eu jamais me prestaria ao papél. Trabalhos pré-estabelecidos, trabalhos monótonos, e principalmente, trabalhos onde eu não poderia exercer a minha imaginação, ficando presa a uma sala sem graça, em tom pastél, com pessoas acomodadas.
A minha visão radical e perspectivas de vida mudaram quando, vulgarmente dizendo, "a água bateu na bunda". Cedendo à pressão e ouvindo a voz da razão (ao menos uma vez) resolvi estudar e começar a prestar concursos públicos. Por inúmeras razões, como citei acima, resolvi agir ao contrário. Tudo o que achava que jamais faria, com relação a futuro e vida adulta, se prostaram diante de mim como estátuas ou fantasmas ironicamente visíveis. Na falta do que fazer, resolvi fazer algo. Ou melhor dizendo, na falta de explicação, resolvi mudar o leque de opções.

O mais interessante de testes, exames, provas e concursos, é que existe todo um ritual, toda uma preparação, e milhões de pessoas para darem conselhos; conselhos esses que independem de serem bons ou ruins. Para o concurso público não seria diferente, começando pelo ritual de inscrição.
Ao comparecer ao local de pagamento da inscrição, há um princípio de tensão ao olhar e perceber a quantidade de concorrentes e por assim dizer, a diversidade desses. São mulheres, homens, senhoras, adolescentes, adultos, desempregados, empregados, solteiros, viúvos... e eu poderia continuar por um longo tempo, listando esses indivíduos.
Passando a primeira etapa, a segunda é a não menos importante parte prática, ou melhor dizendo, a prestação de contas, quero dizer, prestação do concurso. Essa etapa é boa e ruim, triste e engraçada. Vai desde de conhecer o local da prava, conhecer a sala, analisar quem está na sala e receber o caderno de questões. Ai, posso ser questionada: mas por que motivo eu perderia meu tempo analisando tão fúteis situações? Pelo simples motivo de que não há nada a fazer enquanto o tempo dado entre a hora de sua chegada e a hora de começar a prova não passa. Para que você não fique mais tenso do que já provavelmente está, só lhe resta prestar atenção do que não deveria ser critério.
Por exemplo:
- quantas pessoas estranhas tem o mesmo nome que eu;
- quem será o primeiro descontrolado a pedir para ir ao banheiro;
- e essa "po%$#" de prova que não começa logo;
- eu cheguei cedo e cumpri o horário estipulado a toa.
Enquanto a sua mente viaja, o tempo passa e enfim, estando com o caderno de questões em mãos, é dado o início da prova. Essa é de fato a segunda etapa. A hora em que começamos a resolver as questões. Quer dizer, ler primeiro e perceber que tudo isso poderia ser respondido sem pensar muito, se não fosse um porém: quando os professores ensinavam português e matemática em sala, não era recomendável ficar contando piada, jogando truco ou dormindo. Então você se xinga e tenta resolver as questões. Claro, se você fez um cursinho para concurso, essa parte é pulada. Você já se xingou antes de pagar o primeiro mês de cursinho, porque se tivesse prestado atenção às aulas, não precisaria fazer o tal cursinho.
Após a queima de todos os neurônios anda existentes, a luta contra o xixi (se houver a coragem de persistir e não sair durante a prova) e a resolução das questões, a prova é entregue ao fiscal e desde já é iniciada a terceira etapa: a espera do gabarito. Saindo da sala já há o início das nóias e a percepção de alguns erros. Ao fim do dia, você já tem a plena certeza de ter errado tudo, até o que era certamente óbvio de ter acertado. A etapa três dura até o dia do lançamento do gabarito, que geralmente é divulgado de um a dois dias depois do dia da prova. Com o fim da etapa três, o alívio é inevitável, dando tudo errado ou não.
O mais interessante do concurso público é que deve ser uma das únicas ocasiões em que todos se encontram iguais. Tensos, levemente ou altamente inseguros e obviamente desesperados. Mas de fato, é uma experiência rara e de grande valia. Devo dizer que, independe de ter passado ou não, a cerveja tomada após a prova desceu ainda melhor, levando com elas, pelo menos por um tempo, todas neuroses deixados pelo tal concurso.
Fritando o cérebro ouvindo: Fábrica - Legião Urbana
Cenas do próximo capítulo...
E o próximo post será bem brega, cheio de clichês e confissões, porque o fato de eu estar proporcionalmente largada não impede que eu divague sobre o tal dia capitalista - o dia dos namorados- e me mostre como de fato sou, pelo metade ou inteira: romântica e incondicionalmente apaixonada. Uau... rss!
*** Lar é onde o meu coração está! ***