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terça-feira, março 31, 2009

All You Need Is Love

 Você gosta de musicais? E de Beatles? Psicodelia? Revolução? Então, assim como eu, adorará o filme Across The Universe. A década de 60 é retratada poéticamente pelas vozes dos personagens através de canções dos Beatles. O filme ainda conta com participações especiais de Joe Cocker, Bono Vox e Salma Hayek. Os personagens principais são Jude e Lucy, a paixão que os une, a turma que os rodeia e todos os bons e maus momentos da época.

Across The Universe

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Ano: 2007

Direção: Julie Taymor

Elenco: Evan Rachel Wood; Jim Sturgess; Joe Anderson; Dana Fuchs; Martin Luther McCoy; T.V Carpio.

Gênero: Musical

 

Trilha Sonora

“Girl” Interpretada por Jim Sturgess

Helter Skelter” Interpretada por Dana Fuchs

Hold Me Tight” Interpretada por Jim Sturgess, Evan Rachel Wood, Lisa Hogg

All My Loving” Interpretada por Jim Sturgess

I Want To Hold Your Hand” Interpretada por TV Carpio

With A Little Help From My Friends” Interpretada por Joe Anderson, Jim Sturgess & Dorm Buddies

It Won't Be Long” Interpretada por Evan Rachel Wood

I've Just Seen A Face” Interpretada por Jim Sturgess

Let It Be” Interpretada por Carol Woods, Timothy T. Mitchum

Come Together” Interpretada por Joe Cocker, Martin Luther

“Why Don't We Do It In The Road” Interpretada por Dana Fuchs

If I Fell” Interpretada por Evan Rachel Wood

“I Want You” Interpretada por Joe Anderson

Dear Prudence” Interpretada por Dana Fuchs, Jim Sturgess, Joe Anderson, Evan Rachel Wood, TV Carpio

“Flying” Interpretada por The Secret Machines

“Blue Jay Way” Interpretada por The Secret Machines

“I Am The Walrus” Interpretada por Bono

“The Benefit Of Mr. Kite” Interpretada por Eddie Izzard

Because” Interpretada por Evan Rachel Wood, Jim Sturgess, Joe Anderson, Dana Fuchs, TV Carpio, Martin Luther

Something” Interpretada por Jim Sturgess

“Oh Darling” Interpretada por Dana Fuchs, Martin Luther

Strawberry Fields Forever” Interpretada por Jim Sturgess, Joe Anderson

“Revolution” Perfomed by Jim Sturgess

While My Guitar Gently Weeps” Interpretada por Martin Luther, Jim Sturgess

“Happiness Is A Warm Gun” Interpretada por Joe Anderson

Blackbird” Interpretada por Evan Rachel Wood

Hey Jude” Interpretada por Joe Anderson

“Don't Let Me Down” Interpretada por Dana Fuchs, Martin Luther

All You Need Is Love” Interpretada por Jim Sturgess, Dana Fuchs, TV Carpio, Joe Anderson

Lucy In The Sky With Diamonds” Interpretada por Bono

 

*** Lar é onde o meu coração está!!! ***

segunda-feira, setembro 03, 2007

Nightmares & Dreamscapes

"Bye bye, baby, bye bye, baby (...)" Janis Joplin

Uma série muito interessante chega ao fim no canal pago Warner Channel. Nightmares & Dreamscapes, de Stephen King, conclui suas alucinações em grande estilo, num último episódio mais que psicodélico.

A série, como o próprio título já deixa parecer, gira em torno de personagens comuns (ou não!) e seus sonhos, devaneios e/ou paranóias. Ao assistir os episódios, nunca se sabe se aquilo está acontecendo de verdade ou se é apenas uma "viagem" do personagem ( e do autor né?!).

You Know They Got A Hell Of A Band...

O último episódio conta a história dos personagens de Clark e Mary Willinghan, um casalzinho comum no estereótipo norte-americano. Mas a história mesmo começa quando, durante uma rápida parada enquanto viajavam de carro, Mary tira um cochilo e tem um pesadelo.

Após esse pesadelo, Mary começa a ter alucinações horripilantes e vários acontecimentos estranhos começam a perseguir o casal, inclusive a chegada num lugar que não consta nas placas: 'Rock and Roll Heaven, Oregon'. Durante o passeio no local desconhecido, eles encontram pessoas idênticas às legendárias e falecidas estrelas do rock, inclusive Janis Joplin, que é garçonete num bar da cidade, Roy Orbison e Buddy Holly.

Clark, embasbacado com tudo aquilo, sente-se atraído por ir a um concerto que acontecerá naquela noite. O que o casal não sabe é que esse concerto se celebra todas as noites, incessantemente, e não é de graça: "uma vez que o público entra, não pode sair... jamais"!


Nightmares & Dreamscapes
Onde: canal pago Warner Channel
Quando: terça-feira, 4 de setembro
Horário: 23h
Por quê: o rock não morre jamaaaais!

*** Lar é onde o meu coração está!!! ***

quinta-feira, julho 05, 2007

Dançaria Comigo Um Ritmo Quente?

"(...)Just remember, you're the one thing
I can't get enough of
So I'll tell you something
This could be love... because
I've had the time of my life
No, I've never felt this way before,
Yes, I swear it's the truth and I owe it all to you (...)" ((I've Had) The Time Of My Life - Tema do Filme Dirty Dancing)
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O filme Dirty Dancing - Ritmo Quente assopra velinhas em 2007, completando 20 anos. O filme que já atingira a maior idade antes, ficou mocinho de vez; mas nunca velho, antiquado. O tema, as danças, o romance, podem ser incorporados na atualidade, depende apenas do ponto de vista.
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Frances Houseman, vulgo Baby, tinha apenas 17 anos quando viu sua vida mudar totalmente. Ao viajar em férias com a família, para hospedar-se numa espécie de pousada, ela percebe que a vida era mais do que pensar em faculdade ou ser a "filhinha do papai". Ela conhece Johnny Castle, num dia atípico, num local atípico, quando acaba no alojamento dos funcionários. Lá, ela sente pela primeira vez o que é a música, o que é dançar e o que é ser você mesmo, diferentemente da burguesia já conhecida. Daí, desenrola-se todo um romance e também problemas sociais e preconceitos.
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Claro que, ao analisarmos atualmente, seria de extensa dificuldade a busca por uma garota inocente como Baby (lembrando que a história do filme é passada em 1963). E identicamente seria a dificuldade de encontrar um homem com algo pelo menos parecido com Johnny Castle. Mas o conceito ainda existe: garota que acha que já viu de tudo, que nunca se apaixonou, conhece homem que sabe praticamente tudo, além de dançar e ter "a pegada". O pai não gosta dele, mas a filha gosta. E por ai vai.
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O filme seria hoje, se não fossem os Embalos De Sábado À Noite, os Greease e os Footloose da vida, o melhor filme de dança já feito. Primeiro porque o enredo do filme é simples, ingênuo, fácil de ser absorvido e fácil de se tornar viciante. Depois porque a atriz Jennifer Grey realmente não sabia dançar, e só por isso, o filme já vale muitas olhadas (e risadas). A trilha sonora é perfeita. E Patrick Swayze consegue estar 1001 vezes mais gostoso e apaixonante do que em todos os seus filmes (incluindo Ghost).
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Quando assisti esse filme pela primeira vez, tinha em torno de 5 anos, e não, muitas coisas não foram compreendidas. Claro, mesmo que eu fosse uma menina prodígio, seria pedir demais entender o conceito de aborto, garoto que larga namorada grávida, homem mais velho enamorado de garota mais nova e etc. Mas a idéia inicial, o romantismo e as danças foram facilmente absorvidas, inclusive, o ideal de "homem-errado-perfeito".
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Há em mim a absoluta certeza de que este filme tem extrema culpa no meu estereótipo de homem ideal. O tal rebelde, incompreendido, bonito, com jaqueta de couro (claro, não necessáriamente, ele pode hoje vir com cabelos bagunçados ou dreads, estilo único e alternativo), que sabe dançar e sabe "pegar" como ninguém.
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A cena final do filme, assim como a música que a acompanha (I've Had The Time Of My Life), representa tudo de bonito que pode existir na vida. A idéia de não desistir dos sonhos, não desistir do amor, não desistir das suas próprias vontades. A idéia de que ainda é possível mudar o mundo, ou pelo menos tentar. E se mesmo assim, isso não for possível, é possível então dançar.
Em Dirty Dancing, a garota ingênua cresce, mas o rapaz adulto também cresce com ela, fazendo nascer uma outra idéia de filmes românticos: o conceito de mudança mútua, baseado apenas no amor. É um filme válido (mesmo eu sendo totalmente suspeita ao falar), para quem gosta de romance, para quem não gosta e pode ser surpreender e principalmente, para os que gostam de dança. E você, dança comigo?





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Soluçando de emoção ao som de: Cry To Me - Solomon Burke
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PS: A cena do fime em que a canção Cry To Me é tocada, é sem dúvida umas das cenas mais sensuais da história do cinema. Foi a primeira cena de pegação que eu vi, e essa, jamais foi esquecida. Dançada e perfeita.
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PS2: Porque eu sou uma romântica incurável, e não faço a menor questão de poupar palavras ou exageros para um filme que eu amo tanto.
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*** Lar é onde o meu coração está! ***